Os alunos da 1ª Fase do 3º Ciclo “A”, depois de fazerem a interpretação do texto “Atitude Suspeita”, de Luis Fernando Veríssimo, produziram textos com personagens que agissem de modo diferente e levantassem suspeitas, mas na verdade estariam apenas sendo mal interpretados, pois estariam sendo julgados pela sua aparência ou por alguma atitude. Para finalizar, os alunos deveriam utilizar o provérbio “Quem vê cara, não vê coração.”
Abaixo estão dois textos produzidos por eles.
O anel
Uma moça, chamada Beatriz, morava com seus avós, pois seus pais já eram falecidos. Um certo dia ela estava passando em frete a uma loja e se apaixonou por um anel de brilhantes.
Todos os dias passava só para ver o tal anel. Um certo dia roubaram a loja de jóias e dois homens armados levaram o anel que ela tanto queria. Logo em seguida suspeitaram da moça, porque ela falou que ia comprá-lo e a dona riu, pois a moça não tinha condições para isso.
Foram até a casa da moça, que ficou assustada com tudo aquilo e perguntou o que estava acontecendo. A dona da loja falou:
- Foi você que roubou minha loja só por causa daquele anel.
A Beatriz ficou apavorada:
- Mas não fui eu! Estava em casa com meus avós.
A dona da loja riu e disse:
- Mentirosa! Foi você sim.
Porém não demorou muito para a polícia chegar com os dois ladrões. Os policiais foram embora e os ladrões foram presos. A dona da loja não sabia onde enfiar a cara e foi embora.
Quem vê cara, não vê coração.
( Karine Ariane Alves - 6ª “A”)
Abaixo estão dois textos produzidos por eles.
O anel
Uma moça, chamada Beatriz, morava com seus avós, pois seus pais já eram falecidos. Um certo dia ela estava passando em frete a uma loja e se apaixonou por um anel de brilhantes.
Todos os dias passava só para ver o tal anel. Um certo dia roubaram a loja de jóias e dois homens armados levaram o anel que ela tanto queria. Logo em seguida suspeitaram da moça, porque ela falou que ia comprá-lo e a dona riu, pois a moça não tinha condições para isso.
Foram até a casa da moça, que ficou assustada com tudo aquilo e perguntou o que estava acontecendo. A dona da loja falou:
- Foi você que roubou minha loja só por causa daquele anel.
A Beatriz ficou apavorada:
- Mas não fui eu! Estava em casa com meus avós.
A dona da loja riu e disse:
- Mentirosa! Foi você sim.
Porém não demorou muito para a polícia chegar com os dois ladrões. Os policiais foram embora e os ladrões foram presos. A dona da loja não sabia onde enfiar a cara e foi embora.
Quem vê cara, não vê coração.
( Karine Ariane Alves - 6ª “A”)
Suspeitos
Um dia,uma senhora de 54 anos tinha roubado uma loja à noite. Os donos chamaram a polícia, então a senhora foi embora bem rápido. Quando a polícia chegou, tinha um homem em frente à loja esperando um táxi , e os policiais acharam-no suspeito e ficaram vigiando. O táxi chegou e ele ia entrar no carro, a polícia pegou no braço dele e o algemou. Quando os policiais estavam levando o cidadão para a cadeia, a senhora passou com uma bolsa e os policiais nem suspeitaram dela e ainda disseram “boa-noite” .
Ao chegar na delegacia, o policial disse:
- Delegado, peguei esse cidadão que roubou a loja.
- Como você pegou ele?disse o delegado.
- Eu o peguei quando estava entrando no táxi para fugir.
- Você estava fugindo? Perguntou o delegado.
- Não, eu não estava fugindo. Eu sou inocente.
- Mas é o que todos dizem.
Depois que o delegado terminou de falar, o telefone tocou. Era o Sr. João, dono de uma loja, que disse que tinham tentado roubar sua loja roubada. Então no outro dia, os policiais ficaram escondidos e , para surpresa de todos, chegou a velhinha e arrombou a porta. Ela foi presa e os todos aprenderam que quem vê cara, não vê coração.
( Thayane Cristine da Silva )
Parabéns, meninas! Belíssimos textos.
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