Era 1930, em um fim de tarde de muito sol, Anna morava numa fazenda. Nesta fazenda existia um lago enorme, galinhas, bezerros, entre outros animais. A fazenda chamava-se "Felicidade", era um lugar gostoso de se viver mas existia um mistério nela que nunca ninguém tinha desvendado.
Anna estava sentada numa cerca pensativa, seus olhos irradiavam desejos ao olhar justamente para uma antiga gruta que um dia um certo homem começou a explorar para ver se existia diamantes e que todos diziam ter um mistério. Seus desejos em desvenda-lo o acompanhavam a muito tempo. Desde pequena Anna observava muito e não via nada, apenas escutava barulhos, as vezes até assustador. Ela observava muito a gruta, seus pensamentos pareciam que ia mais a fundo com aquela história. Ela não estava errada, disposta a desvendar o mistério da gruta, pegou uma lanterna, deu um beijo em sua mãe, encheu o peito de coragem e foi em busca do que queria. Quando chegou na frente da gruta, parou, olhou, pensou e entrou. Logo no começo se assustou, pensou em voltar mas desistiu, seguiu em frente. Era uma passarela escura que quase a lanterna não iluminava. Passando pela passarela entrou num grande buraco, pisou e ascendeu uma grande luz, tinha um lago enorme com a cor azul cristalina e com grandes pedras. Depois de uns minutos, saiu de trás de uma grande pedra um senhor de idade e por incrível que pareça era o tal homem, ela logo perguntou:
- O que esta fazendo aqui? E esse lago o que tem aqui?
Ele então olhou e disse:
- Eu sabia que viria, eu naqueles tempos não explorava diamantes mas sim esse lago que eu sabia que existia.
Depois de uma longa conversa, ele olhou e simplesmente falou:
- você veio em busca do mistério e foi a única capaz de desvendar.
(Maria Julia Batista Bezerra Araújo).
Aluna da 3 fase do 3 ciclo.
Prof. Edivino Dias Matteus
Anna estava sentada numa cerca pensativa, seus olhos irradiavam desejos ao olhar justamente para uma antiga gruta que um dia um certo homem começou a explorar para ver se existia diamantes e que todos diziam ter um mistério. Seus desejos em desvenda-lo o acompanhavam a muito tempo. Desde pequena Anna observava muito e não via nada, apenas escutava barulhos, as vezes até assustador. Ela observava muito a gruta, seus pensamentos pareciam que ia mais a fundo com aquela história. Ela não estava errada, disposta a desvendar o mistério da gruta, pegou uma lanterna, deu um beijo em sua mãe, encheu o peito de coragem e foi em busca do que queria. Quando chegou na frente da gruta, parou, olhou, pensou e entrou. Logo no começo se assustou, pensou em voltar mas desistiu, seguiu em frente. Era uma passarela escura que quase a lanterna não iluminava. Passando pela passarela entrou num grande buraco, pisou e ascendeu uma grande luz, tinha um lago enorme com a cor azul cristalina e com grandes pedras. Depois de uns minutos, saiu de trás de uma grande pedra um senhor de idade e por incrível que pareça era o tal homem, ela logo perguntou:
- O que esta fazendo aqui? E esse lago o que tem aqui?
Ele então olhou e disse:
- Eu sabia que viria, eu naqueles tempos não explorava diamantes mas sim esse lago que eu sabia que existia.
Depois de uma longa conversa, ele olhou e simplesmente falou:
- você veio em busca do mistério e foi a única capaz de desvendar.
(Maria Julia Batista Bezerra Araújo).
Aluna da 3 fase do 3 ciclo.
Prof. Edivino Dias Matteus
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